Outro dia (sexta feira dia 15) precisei “escanear” um documento. Sabia que não seria tarefa fácil! No primeiro lugar, não havia scanner, no segundo me indicaram um terceiro, no terceiro queriam imprimir as tais folhas em vez de escaneá-las!!! O problema, além de passar pelas barreiras da língua, teria que passar pelas diferentes culturas. Eu, brasileira, arranhava no meu italiano com equatorianos, indianos e outras cidadanias que eu não consegui identificar. Tentei na mímica, mostrei o pen drive e folha, indicando que eu queria colocar isso (folha) naquilo (pen drive), tentei sinônimos: digitalizar, falei scanner em três línguas, e nada! Estava eu, pronta para desistir, pensei em tirar uma foto das páginas, quando tentei pela última vez. Cheguei na portaria da faculdade (pensei mesmo que eles estivessem mais acostumados com essas coisas) perguntei onde eu poderia escanear, com pouco esforço eles me entenderam e me indicaram o laboratório ou a biblioteca da minha faculdade, em qualquer computador! Porque eu não pensei nisso antes? Fui até lá mas estava fechado (se eu tivesse ido direto lá, teria pego aberto). Perguntei na recepção se havia outro scanner me indicaram o xerox que tem na frente da faculdade. Da porta, avistei um grande xerox e, em letras garrafais: SCANNER!
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