Ok, ragazzi, agora é sério: me distanciarei essa semana pois entrarei numa missão linda, colorida, romântica, arquitetônica, artística e cultural. Alguém adivinhou o que eu vou fazer, ein, ein, ein!? Bom, dou a pista: vou viajar. êêê Bom, essa foi fácil, né!? E agora, pra onde? Algum palpite? Bom, tenho mesmo que ir, já está tarde aqui e acordo de madruga. Beijo e até sábado!

Os deixo com uma foto by Me, de Gênova
Ontem recebemos uma amiga italiana que está se preparando para passar alguns meses em Londres. Conversamos e rimos muito, em uma tarde muito agradável, entre amigas. Apesar das fronteiras da língua e da cultura, o carinho e paciência que demonstramos umas pelas outras tornaram a noite super especial. Via-se nos olhos algumas emoções escondidas, outras reveladas. E eu, especialmente fiquei tocada pois lembrei dos meus últimos dias lá no Brasil e de como foi importante a presença dos amigos (que me acompanharam até o aeroporto, nas filas, mesmo com o atraso de várias horas) e do homem que eu chamo de meu. rsrsrs Curioso como essas coisas (relações) são construídas, né?! Já me vi passando pelas mesmas coisas daqui uns meses, no meu retorno. Daí lembrei de uma frase que li outro dia no facebook, sobre partidas e chegadas: "toda partida implica numa chegada", não é mesmo?! Acho que isso seria um consolo, não?! Bem, salvo que ando "sensíííível como uma pétala de rosa", essas coisas passam pela minha cabeça tipo, em plena tarde de terça-feira! rsrsrs De repente, no meio da conversa, ouvimos barulhos de fogos e corremos para o terraço. Eram fogos de um cruzeiro que partia, segundo a Manu, e tinha de toda sorte: grandes e brilhantes, alegres e coloridos, lindos e brancos, barulhentos, silenciosos etc. Quando olhei pro lado, já não éramos mais cinco mulheres, mas sim, cinco meninas, encantadas, sorridentes, abertas, frágeis... ao mesmo tempo inabaláveis. Foi assim que terminou a noite ontem. Emocionante e feminina.

Foto meramente ilustrativa :)
Pessoas amadas, tô terminando um artigo que quero publicar em Portugal e por isso tô na correria... Pra não deixá-los sem notícias, posto um videozinho que vi entre uma frase e outra. rsrsrs Liiiiiiindo (e trágico rsrsrs) Topo gigio da minha infância: que saudadeeeeee! hehehehe Beijo!

você: um lindo apartamentinho (só maneira de dizer tá!? porque ele é bem grande) no centro histórico da cidade, bem pertinho da praça principal (Piazza di Ferrari). Tem dois andares e um terracinho liiiiiiindo! O meu quarto fica no primeiro pavimento, junto com o quarto da Manu (professora de espanhol, espanhola), o ingresso, uma sala e uma despensa. Subindo as escadas tem logo adiante a cozinha e à direita os quartos de Paula e Laura (duas italianas, a primeira trabalha numa fábrica de chocolates e a segunda é maquiadora). Subindo mais uma escadinha tem o dito terraço, com espreguiçadeiras, plantas e um gazebo, para ter um pouquinho de sombra nos dias quentes e ensolarados de verão. Me mudei no sábado, dia 10. Minha cama já estava montada no dia anterior e o armário já posicionado, pronto para receber minhas coisinhas. Graças à três grandes amigos (um deles eu acabei de conhecer mas só por ter topado a parada já é um grande amigo meu rsrrs), conseguimos subir rapidamente 6 andares de escadas com as minhas malas tamanho GG. As meninas me recepcionaram de braços abertos e foram muuuito simpáticas se oferecendo para me ajudar quando fosse preciso. Estou amando meu novo cantinho: é super confortável, perto de tudo, clima familiar, meninas da minha idade para conversar... [Nem se compara ao apartamento anterior!] Estou muito feliz e acho que bons ventos estão soprando! rsrsrs (Hoje, particularmente, pois consegui pôr em dia meus estudos. êbaaa hihihi)







A notte bianca é uma iniciativa de algumas grandes cidades do mundo e consiste na elaboração de vários espetáculos culturais em uma verdadeira noitada! Acontece há pouco mais de dez anos, sendo que a primeira foi em Berlim (no ano de 97) e, aos poucos, foi se espalhando principalmente na Europa. As lojas e os museus prolongam seu funcionamento, há tendas de antiquários e brechós, comidas típicas e toda sorte de bebidas, doces e sorvetes. Há grandes palcos nas praças e avenidas principais com shows de grandes bandas e grupos italianos mas há também pequenas manifestações culturais de todo mundo em outros lugares como nos encontros das ruas e vicos e até mesmo nas platibandas dos bares. Entre essas manifestações, encontrei um grupo no mínimo curioso de "gringo-brasileiros" que chamou a atenção dos genoveses "só" com o som de seus instrumentos. Notei uma aglomeração incomum (pois vi outros shows - como por exemplo equatorianos - sem tanto "ibope"). Espero que vocês consigam ouvir a batucada e ter uma ideia do que eu presenciei, apesar da má qualidade do vídeo, feito com o meu celular em um ambiente escuro.

Gente, confesso que sumi, mas essas últimas semanas foram uma loucuuuura! Estive procurando um novo lar e, por isso, não consegui aparecer por aqui. Bem, além de ser difícil toda essa função de procurar casa, creio que o fato de eu ser brasileira e ter que logo retornar pro meu país interferiu um pouco. Todo mundo quer alguém que fique por um período maior, não é mesmo!? Bom, mas a busca foi interessante. Vi alguns belos apartamentos (mas caros), outros nem tanto (e bagunçados), alguns baratinhos (e bem ruinzinhos). É, com o agravante de que no centro histórico não é todo lugar onde podemos morar, tive que correr dobrado. Minha busca se concentrou nos sites de anúncios como o bakeka.it, subito.it ou easystanza.it. Todos eles funcionam mais ou menos de duas maneiras: ou você pode fazer uma busca detalhada do imóvel que procura, ou você monta um perfil, com uma chamada para um anúncio e o próprio site se encarrega de fazê-lo circular, combinando com outros de seu interesse. Bom, metade dos problemas estariam solucionados se as pessoas colocassem ao menos fotos do local e as imediações do endereço (não apenas referências como: à cinco minutos da estação P. Principe). Bem, olhei quartos em ladeiras, último andar, sem elevador; quartos em andares baixos mas sem janelas; entre outros. Mas alguns me chamaram atenção: teve um caso onde combinei encontrar o rapaz em uma praça (eu achava que era ele quem estava saindo, mas era a sua coinquilina), em uma das vias principais do centro histórico. Nos encontramos, ele foi me conduzindo ao prédio que ficava em um daqueles vicos mais antigos e quando me dei por conta eu estava no meio de alguns (e velhos!!!) travestis. A visão do terror! Já estava ali, o negócio era mostrar naturalidade e ver o tal quarto. Coisas desse tipo me mostraram como era urgente a minha situação à partir do momento em que nessa busca eu também corria riscos. Sabe lá o que poderia ter me acontecido, né?! Mas enfim, achei dois quartos bem bacanas, em duas casas com perfis beeem diferentes. O primeiro era uma senhora, que aluga o quarto muito confortável, com vista para a Porta Soprana (um belo monumento que fazia parte das antigas muralhas da cidade), pronto para morar e estaria livre em outubro, com um valor fechado (com todas as despesas inclusas). O apartamento, bem decorado e mobiliado, com um cachorro linguicinha. Essa senhora me pareceu muito conservadora e impôs muitas regras como a quantidade de vezes para usar a cozinha (por dia) ou a máquina de lavar (por semana). O segundo era num apartamento de meninas (da minha idade, trabalhadoras = não estudantes) com dois andares, quatro quartos, sala, cozinha, 2 banheiros e um LINDO terraço. E apesar do quarto estar desmontado, estava pronto para morar. Os dois lugares lindinhos, mas com ritmos de vida bem diferentes. Bem, conversando com as meninas e novamente com aquela senhora, me decidi e ontem acabei de me mudar. O quarto ainda está bagunçado e eu tenho que voltar no antigo apartamento para pegar as últimas coisas. Mas num próximo post eu conto qual dos dois venceu e aproveito para colocar fotos. rsrsrs Tenho que ir. Beijo beijo!
Segundo a lenda, foi do alto da (tão) dita Torre de Pisa, no século XVI, que Galileo tentou provar sua teoria da queda dos corpos cujo experimento constava em deixar cair dois objetos com massas diferentes, onde o peso não deveria ter qualquer influência na velocidade de sua queda e os dois deveriam chegar ao mesmo tempo lá embaixo. Bastava medir o tempo que tais objetos levariam para atingir o solo. Foi aí que ele descobriu que os dois objetos só chegariam ao mesmo tempo no chão se se tratasse de um ambiente no vácuo Vale ressaltar que somente muito tempo depois Newton (século XVII) e Einsten (no XIX) fizeram importantes considerações sobre a gravidade!!! Lendas à parte, vamos ao que interessa, ao passeio! É possível avistar-se o campanário de longe e, apesar de minha indiferença à priore (porque eu não curto muito essas coisas "pra turista ver"), devo confessar que é realmente emocionante vê-lo! Por onde eu vinha, tive sorte de ver primeiramente o Largo del Parlascio pois assim pude reparar que ainda há resquícios dos antigos muros que cercavam, tangencialmente à Piazza del Duomo, a área residencial da cidade (tudo isso antes mesmo que eu percebesse a torre). Ok, ainda se pode ver boa parte dessa muralha, atrás da Via Cardinale Pietro Maffi, mas ali no largo vemos o que seria a sua continuação. Infelizmente, falta sinalização sobre isso naquele local e muitas pessoas podem passar despercebidas da sua importância. Seguindo pela Via Maffi, a cada passo que dava, podia reparar um pouco mais o conjunto, mas de fato, a torre exerce como que um "magnetismo visual" (será que sua altura e fama são mesmo capazes de fazer TUDO isso!?) apesar de não se encontrar exatamente no ponto de fuga resultante das linhas formadas pelas construções, impossível desviar o olhar dela! Me rendi! Numa distância de mais ou menos 500 metros tirei MUITAS fotografias (sem considerar as "trocentas" outras que eu tirei na própria praça!). Selecionei algumas e já já falo mais sobre essa visita.

Largo del Parlascio e resquícios dos antigos muros

Via Cardinale Pietro Maffi

Via Cardinale Pietro Maffi

Via Cardinale Pietro Maffi

Piazza del Duomo


Fui à Pisa. A estação de trem é lindiiiiiinha e, como em outras cidades, tem uma grande via que a liga (em linha reta mesmo) ao centro histórico. [Não tem como não querer ver a "tal torre"!] Para chegar lá, percorri a Corso Italia, a rua do "centrinho", onde têm as principais lojas, igrejas (claro, não poderiam faltar) e outras cositas más. Foi lá que eu vi alguns palácios lindos como o Gambacorti que expõe a carroça que Garibaldi usava quando, aos sessenta anos, já tinha dificuldade de se mover em função do reumatismo e da operação realizada na perna (em Pisa, 1862) que o deixou coxo. Este palazzo fica de frente para o Lungarno (passeio ao longo do Rio Arno) e tem uma vista privilegiada para o antigo casario da cidade. Do outro lado do rio há uma homenagem ao herói Garibaldi pela praça em seu nome. Seguindo pelo Borgo Stretto, na mesma linha reta, passamos por um ornato arquitetônico que faz menção às redondezas, onde teria nascido Galileo. (uau!) Foi uma surpresa, cruzar por aquelas bandas e descobrir que ali teria nascido este ícone da ciência (pra não dizer gênio rsrsrs)! Depois de alguns instantes sem acreditar (ok, ok, confesso, fiquei em êxtase imaginando onde seria e pensando que ele já havia pisado ali, bem ali onde estavam os meus pés!), segui o caminho em busca da Piazza del Duomo...
Stazione Pisa Centrale

Corso Italia

Corso Italia, chegando ao Lungarno

Palazzo Gambacorti

Palazzo Gambacorti

Palazzo Gambacorti

Palazzo Gambacorti e a carroça de Garibaldi

Galileo!!!

Gente, contando ninguém acredita! Fui pedida em casamento na estação ferroviária de Livorno! uhauha Calma, amorzinho, eu posso explicar... rsrsrs Estava eu na fila da bilheteria para comprar o ticket de retorno a Gênova (depois de mais ou menos 12 horas caminhando, cansada etc etc.) quando ouço um rapaz de aparentemente 40 e poucos anos conversando com a moça que estava atrás de mim: Buongiorno! Sei molto belllllllla! A mulher, sem jeito, agradeceu o elogio. Ele, não satisfeito, continuou: Se non sei sposata, famme saperne? (se tu não és casada/comprometida, me fale!?) rsrsrs A resposta foi, prontamente, "Me dispiace, ma, io sono sposata!" (sinto muito, mas sou casada!). Escutei toda a história (porque eu tenho imã para essas doidices e, portanto, fiquei atenta pois eles estavam muito próximos de mim) sem olhar para trás, mas percebendo que algo estava errado ali pois os dois sequer se conheciam e o cara saiu com essa! (Pensei, das duas uma: ou ele é "lelé da cuca", ou está cantando a moça...) Depois dessa resposta, o rapaz dirigiu-se à mim e fez as mesmas perguntas e, logicamente, obteve também as mesmas respostas. rsrsrs Tratava-se realmente de um homem novo, com um chapéu de pano cinza (daqueles estilo "cowboy americano" amarrado logo abaixo do queixo), camiseta azul para dentro da calça social clara que ia até a altura do umbigo, afivelada por um cinto marrom. Portava com ele uma bolsa à tira colo e algo nas mãos que se não me falha a memória era um casaco. Assim, ele ia abordando todas as pessoas da fila (que casualmente, eram só mulheres) independente de sua idade, cor, estatura ou perfil. Inclinava a cabeça pro lado e, evidentemente se não fosse a situação, às vezes parecia lúcido, considerando-se o seu olhar de encantamento para a pessoa a qual se dirigia. Falava pausadamente, com os olhos parados num ponto fixo e a boca branca (espumando), o que me sensibilizou pois eu vi que não se tratava de um malandro e sim de uma pessoa com dificuldades mentais, me fazendo refletir um pouco sobre tudo aquilo. Segundo a senhora que estava na minha frente, ele aparece por lá todos os dias e, dessa maneira calma e inofensiva, vive fazendo as mesmas perguntas. Triste isso, né!? Passei por ele ainda algumas vezes antes de pegar o trem, e ele me cumprimentou em todas elas! (E tem gente sã - com saúde mesmo - que sequer dá um "bom dia"!) Fiquei pensando, pena porquê?! Quem disse que ele não deve ser feliz assim, né?!




Stazione Livorno Centrale

Entrando no trem (no trajeto Livorno-Gênova), vi que as cabines todas estavam ocupadas. Funciona assim: ao longo do trem se distribuem cabines, uma atrás da outra, com seis poltronas sendo que três acentos ficam de frente para outros três. Eram famílias, grupos de adolescentes, rapazes, vovozinhos e eu, à procura de paz e tranquilidade (porque eu realmente precisava dormir), inventei de sentar na cabine onde havia duas meninas, sendo que uma delas era freira. (Até aí, tudo bem!) A outra desceu logo - na estação seguinte - e ficamos por uma ou duas estações "tranquilas", eu e a freira. Estava quente, o ar condicionado não dava conta (pra variar), tentei abrir a janela, estava emperrada, trocamos algumas palavras (descobri que ela é indiana e ela, que eu sou brasileira), troquei de lugar, nos acomodamos... Depois desses minutos iniciais, eu já estava sem o tênis, com as pernas pra cima, com fones de ouvido, escutando uma musiquinha (como pedi a Deus), entrou na "nossa" cabine um senhor (de mais ou menos 50 anos) loiro, alto, careca, cabeludo e desdentado (!) e, depois de MUITO circular (num espaço de praticamente 2m²!!! Como ele conseguiu caminhar tanto ali dentro!?), pediu que eu tirasse minhas pernas para que ele pudesse sentar na minha frente. Eu, pega de surpresa, acabei atendendo o pedido, tirei e ali ele se sentou. Acontece que não só ele é grande como minhas pernas também! Resultado: batemos os joelhos algumas vezes enquanto ele tentava se organizar, entre a mochila e os embrulhos que carregava até que ele me pediu desculpas e se justificou dizendo que precisava da mesinha (que só tem nas janelas) para apoiar a comida, pois queria "mangiare". A freira (esperta!), pulou para a primeira poltrona, na minha frente, perto da porta, se afastando dele. Eu, não aguentei tanta "bateção" de perna e inquietude e acabei pulando para a poltrona do meio, na posição oposta à dos dois, de frente para eles. Fechei os olhos, tentei dormir com o fone no ouvido para disfarçar o barulho que ele fazia, falando sozinho, mexendo-se, abrindo vários fechos da mochila e sacolas plásticas. Quando estava quase abstraindo a sua presença, ele abriu uma PET de refrigerante e o gás deu um banho em meus pés! (aff!!!! Contei até 100!) Quando me dei por conta, estava um cheiro de FRANGO ASSADO na cabine inteira! (Caramba, fiquei pensando, deve ter sido castigo por eu ter comido muito cheetos quando eu era adolescente!!! Só pode!) Imaginem vocês num trem sem circulação, cheirando a frango (e escutando aqueles barulhos do "gentil" senhor desdentado comendo), sem ar condicionado, sentados de costas para o sentido de movimentação: dito e feito, comecei a passar mal! À essas alturas, o celular já estava sem bateria, a freira já tinha falado com todas as amigas nos seus (dois!) celulares e o cara continuava comendo (e oferecendo uma imitação barata de batata rufles)! Ele estendeu, inclusive, uma toalhinha (de rosto mesmo, felpuda!!!) sobre a mesa, tal era o banquete! A freira indiana só me olhava e esboçava um riso. A fiscal ainda tentou (ou não! rsrs) resolver o problema do calor fechando as janelas para que o ar pudesse refrigerar mas foi sem sucesso e logo voltou a abri-las. Nem preciso dizer que o cheiro se impregnou, né!? Levantei, dei uma olhada nas outras cabines, mas estavam todas cheias. A situação foi ficando pior a cada minuto porque eu já tinha perdido minha paciência. Não conseguia dormir por causa do calor, do cheiro e do cara, que bufava, pendurado no pouquinho de ar que saía do ar condicionado, depois do frango, da batata e do pêssego que ele comeu. Assim foi mais ou menos uma hora e meia de viagem onde eu aprendi que tem horas que não adianta se fazer de morta nem ser boazinha (mesmo que na frente de uma freira, tem que reclamar!) e que mesmo que a freira tenha dois (ou mais celulares) não há linha direta com Ele (O todo poderoso) e a situação não vai se resolver por si só, pelo contrário, pode até piorar!