Acabei de chegar do supermercado e lembrei de contar uma coisa pra vocês. Se você for ao Carrefour (simm, aqui tem Carrefour) e precisar de um carrinho (daqueles grandes), deve pagar/inserir uma moeda no cadeadinho (se não me engano, de um euro). A outra opção é usar aquelas cestinhas com rodinhas e alça, sabe? Bem, pra mim no fundo dá no mesmo que o carrinho... então sempre vou mesmo de cestinha. Além disso, a maioria dos supermercados é pequena, com corredores estreitos e, acho que pagar pelos carrinhos acaba desestimulando e evitando aqueles trambolhos no meio do caminho... rsrs No caixa, você deve pedir dei saqueti (aquelas bolsas plásticas), caso não tenha uma ecobag, pois eles não dão assim, de "bom grado" e quando dão, dão apenas uma sacola. [Pois é, pois é. Super ecosaudável!] Aliás, esse mecanismo de maquininhas para inserir moedas é bem utilizado aqui. No banheiro da estação de trem de Milão é necessário inserir moedas para que a porta se abra. Só que a máquina não dá troco, se o banheiro custa 70 centavos e você tiver apenas 1 euro, ralou-se! rsrss E assim acontece com as máquinas de refrigerantes espalhadas por aí. [Sabia que existem comércios só dessas maquinetas de refrigerantes? Salas públicas onde você entra e compra um salgadinho ou petisquinho, refrigerante, água ou suco diretamente na geladeirinha, sem ninguém para controlar ou ajudar. Os "tabacaios", responsáveis por vendas de fósforos, cigarros, bilhetes de ônibus, dentre outras, geralmente têm uma máquina de vendas 24h (tem o formato parecido com o de uma caixa registradora) "acoplada" às portas de seus estabelecimentos pro caso de alguém precisar comprar um bilhete. As farmácias não ficam pra trás. Já vi maquineta de venda de camisinhas e outras coisas liberadas ao público, isto é, sem necessidade de uma avaliação ou de receita médica. Já vi também cabines de sanitários nesse sistema. Eu fico pensando onde está aquela pessoa que poderia estar trabalhando ali, neh!? Que foi substituída por uma máquina? Que coisa! Por outro lado, nós brasileiros estamos mal acostumados com essa história de ter alguém para fiscalizar ou para dar informações ou apenas "para estar por ali", né?
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