Oi amiguinhos! risos Agora é pra valer: estou voltando com o blog (a quem interessar possa) porque apesar da minha revolta de não conseguir interagir tanto com vocês, acho necessário para que eu possa desabafar (por exemplo), poupando os santos ouvidos de quem me escuta todo dia. (Né, Rômulo?!) Bom, aproveitando o clima de revolta, vos digo como foi minha viagem a Portugal: UM ARRASO (como diria um colega - Nilton Santos - que conheci lá no congresso), em todos os sentidos! As coisas boas que aconteceram foram muuuuito boas, mas em compensação as ruins.... Aff! Já de arrancada, (depois de uma revista detalhada, rigorosa e até vergonhosa) não permitiram eu embarcar com os "pestos e pastas de azeitonas" que eu havia comprado como presente para os amigos brasileiros que encontrei por lá. Tentei despachar, enrolei a sacola naquele "pack" lá (paguei mais dez euros), quando cheguei no balcão a atendente não deixou embarcar pois estava em cima do "laço" e o avião estava partindo. Voltei nervosa para a revista, esperando pegar uma outra esteira e que me deixassem passar. Sem sucesso. Ainda tive que "aturar" os fiscais dizendo: Ahh, que pena que vc não vai comê-los, pois são pestos "buonissimi"! Aaargh! Mas não tenho do que reclamar do congresso: gente bacana, despida de vaidades e com o intuito de aprimorar seus trabalhos e de seguir (sempre) em frente! Conheci bons colegas, ótimas pessoas, descobri amigos, aprendi, cresci. Por outro lado, a volta (principalmente) foi muito conturbada! Fomos mais cedo pro aeroporto, num serviço de transporte do próprio hotel, pra não dar erros e para justamente evitar o transtorno que tive na ida. Rosângela, amiga e professora orientadora, embarcou sem problemas (graças a Deus!). Mas meu vôo Lisboa-Madrid atrasou 1 hora. Sem bateria no celular e com a internet expirada, só restou esperar... Na conexão, ainda sobrariam 20 minutos para embarcar no segundo vôo, para Gênova. Sabendo que o aeroporto de Madrid é gigante, desci correndo do avião, cheia de sacolas e com a pesada mochila dos eletrônicos (câmera fotográfica e computador). Como sou azarenta, lógico que o portão de embarque era justamente do lado oposto daquele que desembarquei. Óbvio! risos. Saí correndo, cansada, feito uma doida, e quando cheguei no dito portão 95, o embarque havia sido trocado para o 89 (acho). Depois de alguns segundos de tensão (pois via os dois portões vazios e fechados), reparei que o 2º vôo também estava atrasado. Foi aí que me deu vontade de chorar. Sério! Mas por eu estar tããão cansada, não consegui chorar. Me certifiquei com o casal de senhores que estava ao meu lado sobre a situação. Respirei fundo e sentei. Logo depois do embarque, tomei uma vitamina C para acalmar a dor no corpo (que parecia inclusive um princípio de resfriado). Tirei as botas, relaxei. Chegando ao aeroporto de Gênova, tive a "feliz" notícia de que minha mala tinha sido extraviada! Pode!? Claro que pode! (Afinal, o sujeito da ação - passiva - era eu! risos) Lá fui eu para o setor de malas perdidas. Havia duas opções: ou eu buscaria (sabe lá quando) ou eles me entregavam (ótimo! Escolhi essa opção!), mas nesse caso, tive que deixar a chave da mala para uma revista policial, caso seja necessário. Depois de uma ligeira briga com a atendente (pois eu queria garantias que só o policial abriria a mala e ainda assim, estava com medo de sumir coisas e, dessa vez, com o aval da polícia genovesa), concordei em deixar a chave em um envelope lacrado, na esperança de não ter que pagar (novamente) uma fortuna de táxi. Porque, tudo bem, se o erro fosse meu, eu pagaria várias vezes quantos táxis fossem preciso. Mas o erro não foi meu e o prejuízo, além de moral (pois eu teria que ficar um tempo sem NADA), seria financeiro. (Eles não pagam o táxi para que eu vá buscá-la.) Enfim! Hoje acordei com a esperança de que ela chegasse (no primeiro vôo da manhã) mas descobri que só existe UM vôo Madrid Gênova, à noite. No final das contas, só vou ter a mala amanhã! Afff! E eu posso fazer o que? Reclamar para o bispo?
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